O brasileiro lida com muitos documentos pessoais no seu dia-a-dia, e mantê-los preservados pode ser difícil para algumas pessoas.

Nossos documentos costumam estar expostos a fatores externos como umidade, gordura, poeira e atrito, que os tornam propensos ao envelhecimento, sujeira e amassos.

A plastificação de documentos surge como uma solução para preservar a integridade desses documentos, servindo como uma barreira contra esses elementos externos e prolongando sua vida útil.

Desde carteirinhas e certificados até materiais para uso comercial e frequentemente manuseados, como cardápios, podem se beneficiar da plastificação.

É uma prática recomendada para manter a qualidade e aparência de papéis e cartões impressos, oferecendo uma camada adicional de proteção.

Se você possui interesse em conhecer mais sobre esse processo e manter a longevidade dos seus papéis e documentos, continue a leitura!

 

O que é plastificação de documentos?

A plastificação é um método comum de acabamento para proteger papéis e materiais diversos, envolvendo o uso de uma película de plástico conhecida como Polaseal.

O processo requer equipamentos específicos, como uma plastificadora, e o material de plastificação adequado.

Para isso, existem diferentes tipos de Polaseal, com espessuras variadas para se adequarem aos materiais a serem plastificados.

Esse processo não altera o conteúdo dos documentos, mas aumenta sua resistência a danos e sujeira, tornando-os ideais para uso diário.

Outros benefícios da plastificação incluem:

  • Garantia de um acabamento final profissional e impecável;
  • Extensão da integridade e durabilidade do documento após a plastificação;
  • Melhora na aparência do papel, conferindo-lhe mais brilho e uniformidade;
  • Proteção contra líquidos, umidade, rasgos, gordura e acúmulo de poeira;
  • Permite e facilita a limpeza do item plastificado.

 

Como é o processo de plastificação?

O processo de plastificação envolve equipamentos específicos, como as plastificadoras e o polaseal, uma película plástica semelhante a uma pasta de armazenamento.

 

Características do Polaseal

O polaseal pode ser encontrado em diversas espessuras, sendo a menor encontrada 0,03mm e a mais grossa 0,10mm, que se assemelha à espessura de um cartão magnético.

Para que a plastificação seja realizada corretamente, o polaseal deve cobrir toda a superfície do documento.

Por isso, há também uma variedade de tamanhos deste material, que permitem a plastificação de diferentes documentos, tais como:

  • CPF ou Título de Eleitor, com dimensões de 66 x 99mm
  • Folhas A3, ideal para cartazes e cardápios grandes, com tamanho de 303 x 426mm
  • Folha A4, o formato mais comum, medindo 220 x 307mm
  • Ofício, um pouco maior que a folha A4, com dimensões de 226 x 340mm
  • Crachá, geralmente com dimensões de 54 x 86mm

Para obter um resultado ideal, recomenda-se o uso de películas plásticas que ofereçam resistência ao calor, à água e proteção UV.

Esses atributos garantem a durabilidade dos materiais plastificados, mesmo em situações de descuido ou exposição prolongada ao tempo.

 

Leia também: Tamanho de folha de papel e seus usos

 

Etapas da plastificação

Etapas da plastificação

Então, para realizar a plastificação, são necessárias algumas etapas:

  1. Preparação do Material: O documento ou item a ser plastificado é inserido dentro da película de plástico, o Polaseal. Caso o Polaseal não esteja no tamanho adequado, pode ser necessário cortá-lo para ajustá-lo ao documento.
  2. Aquecimento: O Polaseal, com o documento dentro, é colocado na plastificadora, onde é aquecido. Isso permite que o plástico se una ao documento.
  3. Resfriamento: Após o processo de aquecimento, o material plastificado é resfriado para que o Polaseal se solidifique e se fixe ao documento.
  4. Acabamento: Por fim, se necessário, o material plastificado pode ser cortado para remover as bordas em excesso, deixando um acabamento limpo e uniforme.

Essas etapas podem variar dependendo do tipo de plastificação. Além da plastificação a quente, descrita acima, existe também a plastificação a frio.

A plastificação a frio é recomendada para documentos sensíveis a temperaturas elevadas, como faturas ou projetos em carbono.

 

Para qual finalidade usar a plastificação?

A plastificação é vantajosa tanto para uso pessoal quanto empresarial, oferecendo um acabamento profissional e brilhante às impressões.

Além disso, uma grande vantagem é a capacidade de higienizar o material plastificado após o processo.

E quanto aos usos da plastificação? Os materiais que podem se beneficiar deste processo são diversos e incluem:

  • Cardápios;
  • Plaquinhas;
  • Cartazes;
  • Carteirinhas e alguns documentos pessoais;
  • Cartão de visita;
  • Certificados;
  • Credenciais;
  • Diplomas;
  • Etiquetas;
  • Jogos;
  • Crachás em PVC;
  • Fotografias;
  • Chaveiro;
  • Marcador de Página;
  • Convites;
  • Capas para cadernos, livros, agendas e álbuns.

E muito mais!

 

Por que não pode mais plastificar documentos?

No Brasil, a plastificação de documentos pessoais é uma prática antiga e eficaz para preservar e prolongar a durabilidade desses papéis.

No entanto, atualmente existem restrições quanto aos tipos de documentos que podem ser plastificados, podendo até mesmo invalidá-los.

Embora não exista uma lei nacional específica que proíba a plastificação de documentos, algumas legislações estaduais ou federais podem estabelecer restrições.

Por exemplo, no estado de São Paulo, o Provimento nº 25/2006 proíbe a plastificação de alguns documentos, como RG, CNH, passaporte e carteiras de exercício profissional, visando evitar fraudes.

Além disso, certidões emitidas a partir de 2003 em São Paulo e 2001 no Brasil não podem ser plastificadas, conforme orientação da ARPEN-SP.

Contudo, mesmo sem legislações específicas, alguns locais, como cartórios, costumam não aceitar documentos plastificados por questões de segurança e autenticidade.

Essa recusa ocorre devido à impressão em papel moeda, que contém elementos de segurança sensíveis ao toque, refletivos e susceptíveis a alterações químicas.

A impossibilidade de acessar os dados do documento quando plastificado, como o QR Code na CNH, é outro fator relevante para essa restrição.

Ao plastificar esses documentos, essas características de segurança são comprometidas, tornando o documento impossível de ser validado quanto à sua autenticidade material.

Até mesmo os próprios documentos podem conter um aviso explícito de que não devem ser plastificados. Isso significa que, se você realizar a plastificação, seu documento será invalidado automaticamente.

Uma alternativa recomendada para preservar esses documentos é o uso de capinhas plásticas. Elas oferecem proteção ao documento, enquanto ainda permitem que ele seja retirado do plástico para verificação do conteúdo.

O mesmo vale para documentos que exigem novas atualizações e registros, como a carteira de vacinação e o passaporte.

 

Leia também: Conheça os tipos de encadernação gráfica

 

Documentos que podem ser plastificados

E, afinal de contas, quais documentos pessoais podem ser plastificados? São eles:

  • CPF, que pode ser impresso no site da Receita Federal;
  • Título de eleitor;
  • Cartão do SUS;
  • Carteirinha de estudante.

Em suma, é fundamental estar ciente das restrições e orientações sobre a plastificação de documentos pessoais em sua região, a fim de evitar possíveis problemas.

 

Qual a diferença de laminação e plastificação?

Qual a diferença de laminação e plastificação?

Tanto a plastificação quanto a laminação são métodos de acabamento para materiais gráficos, visando proteção e durabilidade.

Na plastificação, uma película de plástico é aplicada sobre o papel em uma plastificadora, para protegê-lo contra umidade e sujeira.

Já na laminação, é realizada a termolaminação, na qual o BOPP (película de polipropileno biorientada) é fundido ao material através do calor, formando uma camada fina e transparente de plástico.

Nesse processo, diferentes suportes como papel, cartão e filmes plásticos são unidos, aumentando a espessura e rigidez do material, além de adicionar uma variedade de acabamentos ao material, como brilho, fosco e holográfico.

Resumindo, enquanto a plastificação é aplicada apenas com calor e pressão, na laminação são usados adesivos em conjunto com o calor e a pressão.

Ambos os processos buscam unir os elementos gráficos para garantir maior resistência e qualidade ao produto final.

 

Onde plastificar documentos?

Para plastificar os seus documentos, você pode buscar por uma gráfica ou papelaria que realize serviço de plastificação, digitalização de documentos, etiquetas personalizadas, folders, entre outros.

Certifique-se de escolher uma empresa qualificada e experiente na área, garantindo assim a qualidade do trabalho.

Além disso, verifique os formatos e espessuras disponíveis para assegurar que a plastificação atenda às especificações do seu documento.

Ao fazer isso, você terá a tranquilidade de obter um resultado que atenda plenamente às suas necessidades e que garanta a preservação e durabilidade dos seus documentos.

 

Se você precisa de uma gráfica para fazer a plastificação dos seus documentos, entre em contato com a Redecópia. Estamos localizados na região da Lapa e prontos para realizar serviços gráficos que necessitem de urgência.

Open chat
1
Fale conosco
Escanear o código
Olá
Podemos te ajudar?